Fitoterapia Holistica

 

 CURSO LIVRE DE FITOTERAPIA À DISTÂNCIA

O Curso de Fitoterapia Holística tem como objetivo aprimorar os conceitos utilizados na Fitoterapia e suas aplicações abordando as propriedades de cada planta, além de atualizar e oferecer conhecimentos sobre os princípios e técnicas utilizados.

Curso apostilado com certificado.

Um curso ímpar e de qualidade inesquecível!  

INVESTIMENTO: R$ 150.00 

A Fitoterapia é o estudo de interesse terapêutico dos componentes ativos que contêm as plantas e são utilizados para o tratamento de diversas enfermidades. Estes princípios ativos foram estudados e extraídos por diferentes métodos.

Para que uma planta comum tenha propriedades medicinais, devem-se respeitar certas regras de colheita, secagem, armazenamento e finalmente a apresentação final em infusões, extratos, cápsulas, etc.

Enquanto o princípio ativo não é isolado, as plantas medicinais são utilizadas de forma caseira, principalmente através de chás, ultradiluições, ou de forma industrializada, com extrato homogêneo da planta. Além disso, todo princípio ativo terapêutico é benéfico dentro de um intervalo de quantidade - abaixo dessa quantidade, é inócuo e acima disso passa a ser tóxico.

A variação de concentração do princípio ativo em chás pode ser muito grande, tornando praticamente impossível atingir a faixa terapêutica com segurança em algumas plantas aonde essa faixa é mais estreita.

Na forma industrializada, o risco de contaminações pode ser reduzida através do controle de qualidade da matéria prima, mas mesmo assim a variação na concentração do princípio ativo em cápsulas pode variar até em 100%. Nas ultradiluições, como na homeopatia, aonde não há virtualmente o princípio ativo na apresentação final, não há nenhum desses riscos anteriores, mas a eficácia desse tratamento não foi comprovada cientificamente.

Contra-indicações

A utilização de plantas medicinais não é isenta de efeitos colaterais, interações medicamentosas ou contra-indicações.

Apresentam substâncias que podem ser tóxicas, desencadeando reações adversas. Além disso, a utilização da dose incorreta, da parte da planta indevida ou auto-medicação errônea podem causar efeitos colaterais indesejáveis.

São necessárias medidas de conscientização da população e educação dos profissionais de saúde para que o uso racional das plantas medicinais seja disseminado.

Há grupos como crianças, idosos, lactantes, gestantes e portadores de doenças graves que merecem atenção especial e não podem utilizar a Fitoterapia de maneira indiscriminada, devendo levar em consideração as dosagens e contra-indicações. Além disso, é importante ressaltar que há possibilidades de interação medicamentosa entre a Fitoterapia e o uso de alopáticos, tornando ainda mais necessária a conscientização da população e o cuidado com a auto-medicação.


Resposta a Algumas Perguntas

O QUE SÃO FITOTERÁPICOS? 

São medicamentos preparados a partir de plantas ou partes de plantas (raízes, cascas, folhas) que possuem propriedades de cura, de prevenção de doenças ou de tratamento sintomático.

QUAL É A EFICÁCIA DOS FITOTERÁPICOS? 

As plantas medicinais vêm sendo usadas, por todos os povos e culturas, desde a antigüidade, como principal forma de tratamento e manutenção da saúde. Isto, por si só, é considerado uma prova de eficácia pela Organização Mundial de Saúde. Atualmente, com o desenvolvimento da tecnologia aliado ao interese em se confirmar o conhecimento da medicina popular, as plantas medicinais estão tendo seu valor terapêutico pesquisado e ratificado pela ciência, e seu uso pelos médicos vem crescendo. Mais de 60% da população mundial usa plantas medicinais ou seus derivados nos cuidados com a saúde. 

COMO CONSEGUIR OS MELHORES RESULTADOS? 

Como todo remédio, para se conseguir os melhores resultados dos fitoterápicos, você prescisa obter um medicamento de boa procedência e seguir as instruções de dosagens recomendadas na bula ou determinadas pelo seu médico.

POR QUE UM MESMO MEDICAMENTO FITOTERÁPICO APRESENTA VÁRIAS AÇÕES E INDICAÇÕES?

As plantas medicinais possuem, em geral, muitas substâncias ativa em sua composição química. O número de compostos com atividade costuma ser maior que 30, podendo haver mais de 200. Essas substâncias somam suas 
ações, determinando o efeito da planta medicinal. As diversas substâncias podem se combinar de várias maneiras, resultando em ações específicas. Como são observadas muitas substâncias e muitas combinações possíveis, cada planta possui muitas ações terapêuticas


POR QUE MUITOS FITOTERÁPICOS SÃO PRODUZIDOS COM DIVERSAS ERVAS? 

A associação de plantas medicinais é um recurso utilizado pela medicina popular para aumentar a eficácia dos fitoterápicos.

POSSO MEDICAR MEUS FILHOS COM FITOTERÁPICOS? 

Sim. Na bula você encontra orientação sobre a indicação e dosagem para crianças. Quando se tratar de menores de 5 anos é indicado o conselho médico.

QUAL A DIFERENÇA ENTRE FITOTERAPIA E HOMEOPATIA? 

Os remédios homeopáticos utilizam diluições extremas de plantas e minerais para estimular a capacidade de cura do organismo. Os fitoterápicos também são usados no tratamento do corpo como um todo e estimulando a cura, 
porém aplicando uma concentração maior, em dosagens parecidas com as da medicina convencional. 


SE A DOSE FOR AUMENTADA HÁ MELHORA MAIS RAPIDAMENTE? 

Não. As instruções de dosagem devem ser seguidas rigorosamente para que se obtenham os melhores resultados.

POSSO ASSOCIAR VÁRIOS MEDICAMENTOS FITOTERÁPICOS AO MESMO TEMPO? 

Embora, tradicionalmente, utilize-se a associação de ervas medi-cinais em formulações, estas devem ser administradas de forma criteriosa e sob a orientação de um profissional da área de saúde.

As plantas medicinais possuem, muitas vezes, efeitos farmacoló-gicos parecidos, podendo, desta forma, potencializar suas ações.

POSSO ASSOCIAR A FITOTERAPIA COM ALOPATIA? 

Sim, porém sob o acompanhamento de um profissional da área de saúde. Assim como um fitoterápico pode potencializar a ação de outro fitoterápico, pode também, potencializar os efeitos de medicamentos alopáticos.

OS FITOTERÁPICOS SERVEM APENAS PARA TRATAR AS DOENÇAS SIMPLES? 

Não. Contudo, no tratamento de enfermidades sérias, deve-se procurar sempre a orientação médica.

POSSO COMUNICAR AO MEU MÉDICO QUE ESTOU TOMANDO UM FITOTERÁPICO? 

Se você estiver utilizando outro tipo de medicamento receitado para o tratamento de uma determinada doença, é aconselhável comunicar ao seu médico a intenção de experimentar o tratamento à base de ervas medicinais. Em 
todo caso, é sempre bom mostrar ao seu médico a embalagem e a bula do fitoterápico que você está utilizando.


OS FITOTERÁPICOS CAUSAM EFEITOS COLATERAIS? 

São raros os casos de efeitos indesejáveis (os chamados efeitos colaterais) na utilização dos remédios fitoterápicos, desde que utilizados na dosagem correta. 
Se você sentir qualquer mal-estar, deve suspender o medicamento e consultar um médico.


COMO ARMAZENAR OS REMÉDIOS FITOTERÁPICOS? 

Para a conservação ideal dos seus remédios, mantenha sempre os recipientes bem fechados dentro das embalagens. Os recipientes devem ser guardados ao abrigo da luz e em local fresco e seco. Os fitoterápicos possuem prazo de validade claramente indicado na embalagem. Siga rigorosamente este prazo e dispense medicamentos com a validade vencida. Deve-se manter todos os medicamentos fora do alcance de crianças. 

POSSO PREPARAR O MEDICAMENTO FITOTERÁPICO ANTECIPADAMENTE? 

Bem, no caso do fitoterápico ser em forma de chá, pode-se prepará-lo, coá-lo e armazená-lo na geladeira no máximo por 24 horas. No caso da tintura, deve-se diluí-la somente no momento de tomá-la. Caso esteja fazendo uso de mais uma tintura, embora possa tomá-las no mesmo momento, evite diluí-las na mesma água.

OS REMÉDIOS FITOTERÁPICOS, POR SI SÓ, PODEM TRATAR DOENÇAS? 

Os remédios em geral, não somente aqueles à base de plantas medicinais, devem ser considerados como recursos auxiliares dentro de um programa terapêutico global, como a dieta específica para o caso, a prática de exercício físico com acompanhamento médico, e mudanças de alguns hábitos de vida prejudiciais à sua saúde.


Contatos

ॐ Silvia Rêgo ॐ

TERAPEUTA HOLÍSTICA
Embaixadora e Cidadã do Conselho Mundial de Cidadania Planetária - CMCP/WCPC.

Facilitadora de Cursos Holísticos à Distância e On-line.

Idealizadora, Criadora e Fundadora da Estrela Solar-Filhos do Sol.

www.estrelasolarholistico.blogspot.com
www.silviarego.blogspot.com


(11) 5017-5136
(11) 9883-8313
Skype: rego.silvia



 

Fitoterapia - legislação

ANVISA - Resolução-RDC No- 10, de 9 de março de 2010
Dispõe sobre a notificação de drogas vegetais junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e dá outras providências.

Portaria nº 971, de 3 de maio de 2006
Oficializa a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares no SUS


Decreto 5813 de 22/06/06
Aprova Política de Plantas Medicinais e Fitoterápicos
Resolução - SES nº 1590 de 12 de fevereiro de 2001 - Republicada no D.O. nº 51 de 18/03/2004
Regulamenta a prática de fitoterapia e funcionamento dos serviços de fitoterapia no Estado do Rio de Janeiro


ANVISA - Resolução - RE nº 88, de 16 de março de 2004 D.O.18/03/2004
Determina a publicação da "Lista de referências bibliográficas para avaliação de segurança e eficácia de
fitoterápicos"


ANVISA - Resolução - RE nº 89, de 16 de março de 2004 D.O.18/03/2004
Determinar a publicação da "Lista de registro simplificado de fitoterápicos"


ANVISA - Resolução - RE nº 90, de 16 de março de 2004 D.O.18/03/2004
Determinar a publicação da "Guia para a realização de estudos de toxicidade pré-clínica de fitoterápicos"


ANVISA - Resolução - RE nº 91, de 16 de março de 2004 D.O.18/03/2004
Determinar a publicação da "Guia para realização de alterações, inclusões, notificações e cancelamentos pós
registro de fitoterápicos"


ANVISA - Resolução - RE nº 357, de 28 de fevereiro de 2002 D.O. de 04/03/2002
Venda sob prescrição médica do Hypericum perforatum


ANVISA - Resolução - RE nº 356, de 28 de fevereiro de 2002 D.O. de 04/03/2002
Venda sob prescrição médica da Piper methysticum (Kava Kava)


Resolução - SES/RJ nº 1757 de 18 de fevereiro de 2002
Contra-indica o uso de plantas medicinais no Estado do Rio de Janeiro


Lei nº 2.537 de 16 de Abril de 1996
Cria o Programa Estadual de Plantas Medicinais